Feeds:
Artigos
Comentários

Contra o aquecimento global e as alterações climáticas:

A favor do desenvolvimento sustentável e da PRESERVAÇÃO DO PLANETA TERRA

    O nosso trabalho consiste na a realização de um vídeo de sensibilização para o aumento excessivo da poluição no planeta e para fomentar o Desenvolvimento Sustentável.

    Os objectivos do trabalho são:

  • Sensibilizar para os problemas ambientais com os quais somos confrontados diariamente;
  • Mobilizar as pessoas para alterarem real e definitivamente a sua rotina e os seus hábitos.

 

Anúncios

AGRICULTURA EM PORTUGAL

A agricultura portuguesa conheceu, nos últimos dez anos, um claro processo de ajustamento estrutural, com a área média das explorações a aumentar 2,5 hectares, o que potencialmente as torna mais competitivas. Mas, no mesmo período de tempo, o território dedicado à prática agrícola recuou em quase meio milhão de hectares, o que não deixa de ser preocupante, dada a forte dependência externa de Portugal em produtos alimentares.

In http://economia.publico.pt/Noticia/agricultura-portuguesa-perdeu-meio-milhao-de-hectares-em-10-anos_1475640

 

A agricultura intensiva é um sistema de produção agrícola que faz uso intensivo dos meios de produção e na qual se produzem grandes quantidades de um único tipo de produto. Requer grande uso de combustível  e pode acarretar alto impacto ambiental, pois não é utilizada a rotação de terra (desmate, queimada, plantio, esgotamento de solo, abandono e reinício do processo em outra área).

 

                Em contrapartida, a agricultura biológica tem sofrido um grande desenvolvimento nos últimos 15 anos.

                 Agricultura biológica consiste na produção de alimentos e outros produtos vegetais que não faz uso de produtos químicos sintéticos, tais como fertilizantes e pesticidas, nem de organismos geneticamente modificados, e geralmente adere aos princípios de agricultura sustentável.

COMPARAÇÃO DA AGRICULTURA BIOLÓGICA COM A AGRICULTURA INTENSIVA

 

AGRICULTURA BIOLÓGICA

Vantagens:

  • É mais benéfica para a saúde;
  • Provém de um método de cultivo mais amigo do ambiente;
  • Existe um controlo ao nível da sua produção;
  • Contribui para uma sociedade mais justa e económica;
  • Não se utilizam OGM na sua produção;
  • Os alimentos têm mais sabor;
  • O método de produção respeita o bem-estar animal;
  • Não contém aditivos prejudiciais na sua constituição;
  • A sua produção dignifica o agricultor e o meio, sendo dada prioridade às variedades regionais na produção;
  • A longo prazo, é a única forma de deixarmos uma herança de orgulho às gerações vindouras.
  • Contribui para uma diminuição do efeito de estufa (menor utilização de maquinaria pesada);
  • Utilização de técnicas de rotação e pousio que contribuem para um menor desgaste do solo.

Desvantagens:

  • Os produtos biológicos são mais caros que os produtos de agricultura industrial.  
  • Os pontos de venda são menos comuns;
  • Os processos de transporte, armazenamento, conservação e exposição no ponto de venda são mais dispendiosos;
  • Por vezes, os produtos apresentam pior aspecto;
  • Menor prazo de validade.

 

Objectivos:

  • Produzir alimentos de qualidade;
  • Manter e/ou aumentar a fertilidade do solo a longo prazo;
  • Contribuir para a conservação do solo e da água;
  • Utilizar recursos renováveis nos sistemas agrícolas;
  • Manter a biodiversidade;
  • Considerar o impacto social e ecológico do Modo de Produção Biológico;
  • Minimizar todas as formas de poluição que possam resultar das práticas agrícolas;
  • Dar condições de vida aos animais, que lhes permitam atingir os aspectos básicos do seu bem-estar.

 

 

As principais práticas ou técnicas agrícolas são as seguintes:

  • Rotações de culturas e respectivo afolhamento;
  • A consociação de culturas no mesmo terreno;
  • A adubação verde ou sideração, com o cultivo de plantas melhoradoras do solo e para adubar a cultura seguinte;
  • A fertilização orgânica com base nos estrumes, resíduos das culturas de agricultura biológica, matos e outros resíduos florestais, transformados pela técnica da compostagem;
  • A fertilização complementar (produtos homologados para MPB);
  • As mobilizações do solo só quando necessário, para evitar destruir a estrutura do solo e os organismos úteis que nele vivem;
  • Técnicas de protecção das culturas de vários tipos, excluindo a utilização de pesticidas químicos de síntese, com carácter mais preventivo que curativo;
  • Meios de luta cultural e meios de luta biológica, através das faixas de compensação ecológica;
  • Luta biotécnica;
  • Luta química (com produtos homologados para MPB);
  • Monda mecânica e térmica para controlo das infestantes;
  • Técnicas de produção animal que respeitem as necessidades dos animais e em ligação com a produção vegetal biológica.

 

 AGRICULTURA INTENSIVA

Vantagens:

  • Aumenta significativamente a produtividade por hectar, por pessoa, e por dólar em relação à agricultura;
  • O alimento torna-se mais acessível ao consumidor, uma vez que os custos de produção são menores;
  • A mesma área de terra é capaz de fornecer alimentos e fibras para uma população maior, reduzindo o risco de inanição (estado de enfraquecimento, devido a falta de alimento);
  • No caso da pecuária intensiva: uma oportunidade de capturar as emissões de metano, que poderiam contribuir para o aquecimento global.Uma vez capturado, essas emissões podem ser utilizados para gerar calor e / ou energia eléctrica, reduzindo assim a demanda local por combustíveis fósseis.

 

Desvantagens:

  • Limita ou destrói o habitat natural da maioria das criaturas selvagens e leva à erosão do solo;
  •  O uso de fertilizantes pode alterar a biologia de rios e lagos;
  • O uso de pesticidas geralmente mata insectos úteis, bem como aqueles que destroem as culturas.
  • Muitas vezes, não é sustentável se não for adequadamente gerida, podendo resultar na desertificação dos solos;
  • Requer grandes quantidades de energia para a produção, transporte e aplicação de adubos químicos e pesticidas;
  • Os produtos químicos utilizados podem abandonar o campo de escoamento e, eventualmente, acabar em rios e lagos ou pode penetrar em lençóis freáticos, contaminando-os;
  • A utilização de pesticidas tem numerosos efeitos negativos ao nível da saúde dos trabalhadores, das pessoas que vivem nas proximidades da área de aplicação ou a jusante, e ao nível dos consumidores.

 

Objectivos:

  • Aumento do rendimento de produção;
  • Diminuição dos custos.

 

                Este projecto surgiu no contexto de dinamizar as aulas de Biologia e as relações entre os alunos e o professor no espaço escolar. No âmbito do programa da disciplina, cada grupo realizou um trabalho que consistiu na aplicação das Leis de Mendel em diferentes tipos de vegetais e, para tal, realizou-se uma pesquisa sobre como plantar e tratar cada um dos vegetais (Projecto Rabamendel). Com base no trabalho, aplicámos os conhecimentos adquiridos na criação do Projecto “Horta Biológica” 12º ano A. O nosso grupo escolheu plantar o vegetal rabanete.

                Começámos a tratar de um terreno escolhido pela professora Ana Sofia Vieira com a ajuda do jardineiro da escola, Sr. João, no dia 22 de Fevereiro. Dividimos o terreno em 6 partes, uma para cada grupo, que ficou encarregue de tratar e plantar o vegetal que lhe foi atribuído (rabanetes, batatas, couve e alfaces, rúcula, salsa e coentros, tomilho e rosmaninho).

No dia 1 de Março, limpámos o terreno: removemos as ervas daninhas e sachámos a terra. Posteriormente, passámos à preparação do terreno que consistiu na delimitação do mesmo com estacas e fios e cavámos regos. De seguida, procedemos à plantação das sementes de rabanete, fertilizando a terra com adubo biológico.

 

A turma, com a ajuda da professora e do jardineiro da escola, tem ido periodicamente tratar dos vegetais (retirar ervas daninhas, regar, controlar o crescimento).

Os rabanetes foram os vegetais que melhor responderam às condições ambientais, sendo os primeiros a florescer e a crescer. Com isto, o grupo sentiu-se satisfeito com o trabalho realizado.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Vacinação

    Idades    Vacinas e respectivas doenças
  Nascimento    BCG (Tuberculose)
   VHB – 1.ª dose (Hepatite B)
   2 meses    VIP – 1.ª dose (Poliomielite)
   DTPa – 1.ª dose (Difteria, Tétano, Tosse Convulsa)
   Hib – 1.ª dose (doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo b)
   VHB – 2.ª dose (Hepatite B)
   3 meses    MenC – 1ª dose (meningites e septicemias causadas pela bactéria meningococo)
   4 meses VIP – 2.ª dose (Poliomielite)
   DTPa – 2.ª dose (Difteria, Tétano, Tosse Convulsa)
   Hib – 2.ª dose (doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo b)
   5 meses    MenC – 2.ª dose (meningites e septicemias causadas pela bactéria meningococo)
   6 meses    VIP – 3.ª dose (Poliomielite)
   DTPa – 3.ª dose (Difteria, Tétano, Tosse Convulsa)
   Hib – 3.ª dose (doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo b) 
   VHB – 3.ª dose (Hepatite B)
   15 meses    VASPR – 1.ª dose (Sarampo, Parotidite, Rubéola)
   MenC – 3.ª dose (meningites e septicemias causadas pela bactéria meningococo)
    18 meses  DTPa – 4.ª dose (Difteria, Tétano, Tosse Convulsa)
 Hib – 4.ª dose (doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo b)
   5-6 anos    VIP – 4.ª dose (Poliomielite)
   DTPa – 5.ª dose (Difteria, Tétano, Tosse Convulsa)
   VASPR – 2.ª dose (Sarampo, Parotidite, Rubéola)
   10-13 anos    Td (Tétano e Difteria)
   VHB – 1.ª, 2,ª e 3.ª doses (Hepatite B)   HPV – 1.ª, 2,ª e 3.ª doses  (Infecções por Papiloma Vírus Humano)
 Toda a vida

(10/10 anos)

  Td (Tétano e Difteria)

A vacina contra a tuberculose (BCG – Bacilo de Calmette-Guérin) é elaborada a partir de uma bactéria atenuada de origem bovina (Mycobacterium bovis), que é semelhante ao microrganismo  causador da doença (Mycobacterium tuberculosis).

A imunidade que a vacina oferece é do tipo celular e baseia-se fundamentalmente na capacidade dos macrófagos combaterem a invasão das bactérias no meio intracelular.

 

A vacina BCG, infecção primária artificial e inofensiva, originada por uma bactéria não virulenta, tem por finalidade substituir a infecção natural, potencialmente patogénica, na esperança de que isto contribua para aumentar a resistência do indivíduo face a uma posterior infecção natural.

 

  • A primeira é preparada a partir de AgHBs (antigénio de superfície do vírus) extraído do plasma de portadores humanos. Esta vacina é bem tolerada, altamente efectiva e segura, mas o seu fornecimento é limitado pela disponibilidade do plasma para a sua produção e pelo rigoroso e extenso processo para purificar e libertar do VHB infeccioso e outros agentes possíveis que possam estar presentes no plasma.

 

Poliomielite

 

 Men C e Hib
 
Meningite é a inflamação das membranas que revestem o encéfao e a medula espinhal, que pode ser causada por infecções por vírus, bactérias ou outros micro-organismos, e, menos comumente, por certas drogas.
 
Existem três tipos de vacinas contra a Meningite:
 
– A vacina Men C protege contra a bactéria que causa uma forma grave de envenenamento do sangue (septicemia) e / ou meningite.
– A vacina contra Haemophilus (Hib), que ajuda a prevenir um tipo de meningite bacteriana nas crianças, vacinas seguras e altamente eficazes.
– A vacina meningocócica, eficaz nas pessoas que vivem em dormitórios ou outros bairros próximos e para as pessoas que viajam para destinos onde são comuns os surtos de meningite meningocócica.
– A vacina contra o S. pneumoniae, é útil para pessoas idosas, incluindo os que têm mieloma múltiplo que aumenta o risco de meningite pneumocócica.

 

DTPa (Vacina Tríplice Bacteriana)

A vacina que o defende, desde a infância, da difteria, tétano e tosse convulsa.

A difteria é uma doença bacteriana que afecta a garganta e pode provocar a obstrução das vias respiratórias e a morte.

Já o tétano é provocado por uma neurotoxina produzida pela bactéria clostridium tetani, por exemplo, nas feridas sujas e que, no limite, poderá ser fatal.

A tosse convulsa, provocada pela bactéria bordetella pertussis, origina convulsões durante os acessos de tosse e vómitos assim como dificulta a alimentação, podendo implicar internamento.

A componente da vacina contém um toxóide (toxina sem toxicidade) que se obtém tratando uma preparação de toxina diftérica com formaldeído.

 

VASPR

Para o sarampo, a papeira e a rubéola doenças existem vacinas trivalentes (contra os 3 vírus – VASPR), bivalentes e monovalentes.

São fabricadas a partir de estirpes virais vivas atenuadas; neste contexto, o agente patogénico, obtido a partir de um indivíduo infectado, é enfraquecido ao ser colocado num meio que lhe seja desfavorável. O resultado destas passagens é um agente que, quando inoculado num indivíduo, multiplica-se sem causar a doença, mas estimula o sistema imunológico.

 

Vídeo relacionado: http://www.youtube.com/watch?v=UT3k4o6gpaU

GMO

ADAPTAÇÃO PSICOLÓGICA DOS PAIS

Quando um casal percebe que o seu filho tem Síndrome de Down, o primeiro pensamento é que perdeu o filho com que sempre tinha sonhado  e teve um com características completamente diferentes que não poderá realizar os seus sonhos iniciais. Existem várias fases:

  1. Choque – É a reacção inicial e surge associada ao pensamento: “A vida nunca mais voltará a ser normal”;
  2. Negação – Esta fase consiste na negação dos pais em relação à notícia e resulta na procura de uma prova de que o que está a acontecer não é  real;
  3. Culpa –  “O que é que eu fiz de errado para isto ter acontecido?” Os pais pensam que a culpa da criança ter nascido com a doença é sua, mas a verdade é que se trata de um acidente genético, comum no processo de reprodução humana.
  4. Raiva – Inicialmente é dirigida a quem dá a notícia. Esta é uma das razões pela qual não se deve transmitir o diagnóstico a um dos parentes isoladamente, para evitar que os pais da criança se culpem um ao outro no caso de um saber primeiro. Acontece, mais tarde, que a raiva volte e seja dirigida à criança – a melhor forma de lidar com esse sentimento é ter consciência que ele existe e tentar contrariá-lo.
  5. Adaptação – Começa a aceitação da criança e os pais envolvem positivamente no seu tratamento.
  6. A vida de volta ao normal – Depois do período de adaptação, a vida “volta” ao normal, estando todos os membros da família integrados e a viver uma vida normal.

 

ACOMPANHAMENTONTO CLÍNICOINFÂNCIA

A infância é decisiva para que o paciente possa atingir a sua potencialidade. O primeiro ano de vida é especialmente importante, uma vez que é o ano de maior crescimento e desenvolvimento em que os programas de estimulação apresentam as maiores respostas.

 

ACOMPANHAMENTO CLÍNICOADOLESCÊNCIA

A adolescência é a idade dos desafios: é uma altura em que se tornam nítidas as diferenças entre as expectativas maternas e paternas e a potencialidade do paciente.

A puberdade nos pacientes de Down processa-se de forma semelhante à dos adolescentes normais:

  • Os níveis hormonais obedecem à mesma ordem;
  • O ciclo menstrual é semelhante ao das adolescentes e existe 50% de possibilidade de serem férteis so contrário dos rapazes em que existe apenas um caso descrito num livro de um rapaz fértil;
  • Existem relatos de casos em que a puberdade é precoce;
  • Não é correcto negar-lhes a sexualidade;
  • Deve ser realizado e exame pélvico anual nas adolescentes activas sexualmente.
  • Os problemas clínicos mais frequentes são infecções na pele, tendência à obesidade e problemas psicológicos e psiquiátricos.

 

ACOMPANHAMENTO CLÍNICOIDADE ADULTA

A característica mais comum nesta idade é o envelhecimento precoce. Para além das complicações apresentadas anteriormente são bastante frequentes as seguintes complicações:

  • prolapso de valva mitral;
  • hipotiroidismo;
  • deficiência auditiva;
  • catarata adquirida.

 

DÚVIDAS COMUNS

    Alguns conceitos erróneos sobre a Síndrome de Down são difundidos na sociedade e é frequente que os pais façam perguntas a respeito dos mesmos.

   Apresentamos alguns aspectos que são objectos de dúvida e interrogações:

          1. Não existe grau de Síndrome de Down; o que não quer dizer que o seu desenvolvimento seja homogéneo.

         2. São factores importantes no desenvolvimento de cada paciente:

                     – Presença ou não de complicações graves. A cardiopatia pode ser um factor limitante significativo.

                    – O amor e a aceitação da criança pelos pais e familiares.

                    – O estabelecimento de limites.

                    – Estimulação adequada.

         3. O único factor de risco bem determinado quando se trata da trissomia livre é a idade materna elevada. Não importa se a mulher é primípara ou multípara.

         4. A trissomia livre ocorre por acidente genético e não traz risco aumentado para outros familiares, excepto para os pais da criança. O risco de recorrência em casos de trissomia livre é de 1 a 2%.

          5. Terapias alternativas controversas têm sido propostas para os pacientes Down através dos anos. Entre elas suplementos nutricionais com vitaminas, minerais, aminoácidos, enzimas e hormonas, suplementação com zinco e/ou selênio, tratamento com células sicca, uso de Piracetam, técnicas de facilitação, quiropatia (manipulações músculo-esqueléticas). No entanto, até ao momento não há terapias médicas alternativas que tenham sido cientificamente comprovadas que resultem em uma melhora significativa no desenvolvimento e melhora da saúde das crianças com síndrome de Down.

Bibliografia : http://www.malhatlantica.pt/ecae-cm/Down.htm#8